Escrita para ser lida, não para se proteger de você.
ENTRA AQUI razão social, CNPJ e endereço. Encarregado de dados (DPO): ENTRA AQUI nome e e-mail.
Não usamos cookie de rastreamento, não temos analytics de terceiro e não há nenhum recurso carregado de fora nas páginas de ficha. IP não é registrado em nenhuma navegação, com uma exceção declarada abaixo.
A exceção é o aceite dos termos. Quando você assina um plano, guardamos qual versão dos termos de uso você aceitou, a data e a hora pelo relógio do servidor, o IP de onde a solicitação saiu e o navegador que você usou. É o registro que prova o combinado, e ele existe para isso e só para isso: não vira lista, não recebe mensagem nossa e não vai para terceiro. A base legal é o exercício regular de direito (art. 7º, VI da Lei 13.709/2018). Fica guardado enquanto houver relação contratual e pelos prazos legais de prescrição depois dela.
Alergia, condição de saúde e uso de medicamento são dado pessoal sensível (art. 5º, II da Lei 13.709/2018). Tratamos esses dados com base no art. 11, II, alínea "e", proteção da vida ou da incolumidade física do titular, que é literalmente a razão de o serviço existir, somada ao seu consentimento ao preencher a ficha.
É por isso que o painel pede para você não escrever dose de remédio nem número de plano de saúde: nada disso ajuda quem está na rua, e tudo isso aumenta o que fica exposto. O que serve ao resgate é "usa anticoagulante", não a posologia.
noindex no HTML e no cabeçalho HTTP:
não aparecem em busca do Google.southamerica-east1).A ficha tem um campo em que quem está atendendo pode perguntar em texto livre, e sobre duas coisas: esta pessoa ("tem alergia?", "toma algum remédio?") e primeiros socorros ("ela engasgou, o que eu faço?", "como faço compressão no peito?").
A resposta é montada dentro do próprio navegador e, na configuração padrão, a pergunta que você digita não sai do aparelho: nada do que é digitado ali é enviado, guardado ou usado para treinar nada.
Existe um botão chamado "entender melhor minhas perguntas". Ele está desligado por padrão, e enquanto estiver desligado o parágrafo acima vale inteiro. Ligar esse botão muda uma coisa e só uma: quando a pergunta vem de um jeito que o programa não reconhece, a frase que você escreveu é enviada a um serviço de inteligência artificial para que ele diga a que assunto ela se refere. A ressalva aparece na tela antes do primeiro envio.
O que não é enviado, nem com a IA ligada: o nome, a idade, a foto, as condições, a alergia, a medicação, o tipo sanguíneo, os telefones, o endereço, o recado da família e a ficha clínica. Nada da ficha sai do aparelho. Isso não é uma configuração nossa que pode ser alterada por descuido: o serviço de inteligência artificial recebe a frase e a lista de assuntos possíveis, e devolve o nome de um assunto. Quem abre a ficha e monta a resposta é o seu próprio navegador, depois, com o nosso texto.
E a resposta continua não sendo gerada com a IA ligada. Ela decide qual das nossas respostas se aplica; ela não escreve nenhuma. Nada de orientação de primeiros socorros nesta página é escrito por máquina.
O serviço usado é a API da Anthropic (Claude). Ele recebe apenas a frase digitada, não recebe quem você é, e o conteúdo enviado pela API não é usado para treinar modelo. Se você preferir não usar, basta não ligar o botão: o programa responde do mesmo jeito, só entendendo pergunta torta com menos habilidade.
Dá para perguntar por voz, porque quem está com as duas mãos na pessoa não digita. Só que aqui há uma diferença que precisa ser dita, e não escondida numa nota de rodapé: quem transcreve a fala é o sistema do celular, não nós. Em vários aparelhos e navegadores essa transcrição acontece no próprio aparelho; em outros, o áudio da sua pergunta é enviado ao fabricante do navegador para ser convertido em texto.
Por isso a página pede a transcrição local primeiro e, quando o aparelho não oferece essa opção, avisa na tela antes de começar a gravar. O microfone nunca liga sozinho: só com um toque seu, e o navegador ainda pede permissão.
O que não muda em nenhum dos casos: a ficha, o nome, a alergia, a medicação e o endereço não são enviados a lugar nenhum, nem em texto nem em áudio. O que sai, quando sai, é o áudio de quem está perguntando, e quem quiser evitar isso tem o campo de texto do lado, que é o caminho padrão. Nós não gravamos, não guardamos e não recebemos esse áudio.
O texto das respostas não é gerado. Ele foi escrito por nós uma vez, em português, inglês e espanhol, e sai palavra por palavra igual todas as vezes. É essa escolha que permite que a orientação de socorro seja revisada por profissional, o que uma frase inventada a cada pergunta não permitiria.
Sobre a pessoa, a Lucea responde apenas o que a família cadastrou e diz "não está na ficha" quando o campo está vazio. Ela recusa qualquer pergunta sobre dose, tratamento ou diagnóstico, e diz para ligar para o serviço de emergência. CPF, plano de saúde, carteirinha e endereço não publicado não são alcançáveis por nenhuma pergunta, porque não chegam nem a ser carregados nessa parte da página.
A orientação de primeiros socorros pode ser lida em voz alta, para quem está com as duas mãos ocupadas, e o metrônomo de compressão marca o ritmo. Os dois usam recursos do próprio aparelho e só começam quando alguém toca no botão.
Vale um detalhe honesto: a voz é a do sistema operacional, e em alguns aparelhos e idiomas ela é sintetizada em servidor do fabricante do navegador, não no aparelho. Por isso o que é lido em voz alta é somente o texto do nosso catálogo de socorro, que é público e igual para todo mundo. Nome, alergia, medicação, endereço e qualquer campo escrito pela família nunca são falados nessa tela, e isso é garantido pelo código, não por configuração.
Não há. O banco de dados e os arquivos ficam na região
southamerica-east1, em São Paulo, e essa escolha é permanente: o
Google não permite mudar a região de um banco depois de criado. Foi decidida
assim de propósito: aqui trafega dado pessoal sensível de saúde (art. 5º, II),
e manter tudo em território nacional dispensa a discussão do art. 33.
Os avisos por e-mail e, quando você ativar, as notificações no celular passam por servidores do Google fora do Brasil. Eles carregam o nome de quem usa a pulseira e o aviso de que ela foi lida, e não a ficha clínica, não o endereço.
Confirmação, acesso, correção, portabilidade, revogação do consentimento e eliminação (arts. 17 a 22). O painel já faz tudo isso sozinho: você edita e apaga suas fichas e sua conta quando quiser, sem pedir a ninguém. Para o que não estiver lá, escreva para ENTRA AQUI.
A ficha de criança é cadastrada por quem detém a guarda, e o tratamento se dá no melhor interesse dela (art. 14). O mesmo vale para pessoa sob curatela. Ao cadastrar, você declara ter essa condição.
Última atualização: ENTRA AQUI. Mudanças relevantes são avisadas por e-mail antes de valer.
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